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DICAS DE LIVROS

Xeque Mate

27/08/2010 23:34:14

Qualquer semelhança com nomes, pessoas, situações ou fatos é mera coincidência. É desta maneira que o juiz federal Fausto Martin De Sanctis deixa claro que o livro Xeque-Mate, romance de sua autoria que será lançado pela Gol Editora em agosto, trata-se de uma obra de ficção. O lançamento oficial ocorre em noite de autógrafos do autor a ser realizada no dia 12 de agosto, às 19 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Com prefácio do escritor e colunista Moacyr Scliar, que analisa o ingresso de De Sanctis na literatura não jurídica, e orelha do cineasta Fernando Meirelles, a obra é a primeira de uma série de romances que o magistrado pretende lançar pela Gol Editora. Apesar de ser seu primeiro livro de ficção, Fausto De Sanctis já havia escrito outros nove títulos na área jurídica desde 1999.

Conhecido em todo o Brasil por sua atuação frente à 6ª Vara Criminal em São Paulo, especializada em Lavagem de Dinheiro, o magistrado ingressa, agora, no mundo da ficção com um livro que conta justamente os bastidores do trabalho judicial. A obra, rica em detalhes e nuances, aborda a atuação do juiz Fernando Montoya Di Sorrento frente a diversos casos importantes, em especial de um latrocínio rumoroso. A resolução deste crime repercute na vida pessoal e profissional da personagem, cabendo ao leitor juntar as peças para descobrir o que, de fato, ocorreu.

A narrativa ágil intriga o leitor ao descrever de forma minuciosa tudo o que está por trás de uma ação penal no cenário jurídico, como as tensões que circundam as decisões judiciais. A leitura prende a atenção por tratar essencialmente daquilo que está sintetizado no título do primeiro capítulo: a difícil busca da verdade.

Segundo Moacyr Scliar, Xeque-Mate é mais um ligação entre os mundos jurídico e da literatura. O escritor cita, no prefácio, o jurista inglês James Boswell, que, no século XVIII, escreveu a biografia do ensaísta Samuel Johnson. Menciona, ainda, uma série de outras obras de ficção que, como Xeque-Mate, tornaram-se vínculos com uma “já antiga e interessante linhagem, aquela que podemos denominar de advogados-escritores”. Para Scliar, a ampla experiência do juiz resultou em uma obra muito reveladora. “Podemos dizer que, também como ficcionista, Fausto De Sanctis ganhou sua causa”, conclui o escritor.


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